terça-feira, 8 de março de 2011

Vida: Modo de usar

Pano de Prato


Quando resolver dar alguma coisa, dê com alegria.
Memorizar seu poema favorito.
Não acreditar em tudo que lhe dizem. Não desacreditar de tudo que afirmam ser mentira.
Quando disser te amo, demonstre com algum gesto.
Quando disser "desculpe-me", olhe a outra pessoa diretamente nos olhos.
Acreditar em amor à primeira vista.
Acreditar em antipatia à primeira vista.
Nunca puxar o tapete dos outros, geralmente você também está em cima dele.
Viver apaixonadamente com todos os ferimentos que isso vai acarretar: vale a pena.
Falar devagar e pensar rápido.
Não julgar uma pessoa por seus familiares.
Se perguntarem algo indiscreto, sorria e diga: "Por que você quer saber isso?" A conversa geralmente termina por aí.
Lembrar que o grande amor e as grandes conquistas representam grandes riscos.
Telefonar para seus pais e dizer o quanto os ama.
Quando errar não esqueça a lição. E corrija o que for possível.
Lembrar sempre de 3 coisas: respeito por você mesmo, pelos outros e por seus atos.
Quando atender ao telefone, sorria ao dizer alô. Quem está do outro lado da linha vai perceber.
Não deixar as pequenas brigas destruírem as grandes amizades.
Casar com alguém com quem goste de conversar.
Jamais esquecer que na velhice podemos perder muita coisa mas a capacidade de comunicação permanece intacta.
Ficar sozinho de vez em quando. Mas apenas de vez em quando.
Ler mais e ver menos TV, fica mais fácil passar aos seus filhos o que você aprendeu.
Saber que o silêncio pode ser uma resposta.
Orar. O poder da oração é infinito.
Ler nas entrelinhas.
Viver uma vida que lhe permita olhar para trás e sorrir.
Em discussões com pessoas amadas, concentre-se no presente e não traga as feridas do passado.
Quando viajar, visite um lugar onde ninguém mais da excursão foi. Este será seu lugar.
Você pode ter qualquer coisa, mas não pode ter tudo.
Lembre-se que seu caráter é um espelho do seu destino.
Aproveitar a sorte quando ela está a seu favor.
Se precisar disparar a flecha da verdade, primeiro molhe sua ponta no mel.
Peça ajuda e saiba reconhece-la.
Aprender todas as regras, e transgredi algumas assim que for possível.
Escolha seus amigos. E escolha seus inimigos: não dê a qualquer um a honra de enfrentá-lo.
Quando alguém começar a lhe agredir verbalmente, não interrompa. Verá que a agressão se esvaziará por si mesmo.

domingo, 6 de março de 2011

Espante a Tristeza

Pano de Prato


Abandonemos o habito de dizer que tudo vai "mais ou menos"
Curioso verificar em nossos dias, como é freqüente falar da alegria como
algo ausente ou até mesmo raro. Comprovamos isso quando temos a oportunidade
de conversar com as pessoas; a grande maioria delas nos dá a impressão de
estarem afogadas nos problemas, dificuldades ou seria simplesmente o hábito
de dizer que as coisas estão indo no "mais ou menos"?
Isso parece com que a alegria fosse impossível ou irreal; considerando que é
muito agradável estar próximos daqueles que "espelham" a alegria e que
ninguém em sã consciência gosta da solidão, esforçamo-nos então a lutarmos
ferozmente em não permitir os maus momentos e as tristezas, que todos nós
estamos sujeitos, roubem o brilho de nossa alegria.
Não entregues tua alma à tristeza, não atormentes a ti mesmo em teus
pensamentos. A alegria do coração é a vida do homem e um tesouro inesgotável
de santidade. A alegria do homem torna mais longa a sua vida.

sábado, 5 de março de 2011

Ratinha

Pano de Prato


Um camundongo humilde e pobre
Foi um dia cair nas garras de um leão.
E esse animal possante e nobre
Não o matou por compaixão.

Ora, tempos depois, passeando
descuidoso,
Numa armadilha o leão caiu:
Urrou de raiva e dor, estorceu-se furioso...
Com todo o seu vigor as cordas não partiu.

Então, o mesmo fraco e pequenino rato
Chegou: viu a aflição do robusto animal,
E, não querendo ser ingrato,
Tanto as cordas roeu, que as partiu afinal...

Vede bem: um favor, feito aos que estão
sofrendo,
Pode sempre trazer em paga outro favor.
E o mais forte de nós, do orgulho
esquecendo,
Deve os fracos tratar com caridade e amor.

(O Leão e o Camundongo por Olavo Bilac)

quarta-feira, 2 de março de 2011

A Vaquinha

Pano de prato


Um Mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita...

Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos.

Chegando ao sítio constatou a pobreza do lugar, sem calçamento, casa de madeiras, os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas...

Então se aproximou do senhor aparentemente o pai daquela família e perguntou: Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho, então como o senhor e a sua família sobrevivem aqui?

E o senhor calmamente respondeu:
"Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos e a outra parte nós produzimos queijo, coalhada, etc .... para o nosso consumo, e assim vamos sobrevivendo".

O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se despediu e foi embora. No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou:

Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e empurre-a, jogue-a lá em baixo".

O jovem arregalou os olhos espantando e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas, como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem.

Assim, empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer.

Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos e um belo dia ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar naquele mesmo lugar e contar tudo àquela família, pedir perdão e ajudá-los.

Assim fez, e quando se aproximava do local avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim.

Ficou triste e desesperado imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver, "apertou" o passo e chegando lá, logo foi recebido por um caseiro muito simpático e perguntou sobre a família que ali morava há uns quatro anos e o caseiro respondeu:

Continuam morando aqui.

Espantado ele entrou correndo na casa, e viu que era mesmo a família que visitara com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da a vaquinha):

Como o senhor melhorou este sítio e está tão bem de vida ???

E o senhor entusiasmado, respondeu:

Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu, daí em diante tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos, assim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora...


Ponto de reflexão:

Todos nós temos uma vaquinha que nos dá alguma coisa básica para sobrevivência e uma conveniência com a rotina.

Descubra qual, a sua ... e empurre a sua "vaquinha" morro abaixo.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

A galinha Coricó

Pano de prato


Passeia a galinha
Ciscando o chão
Bicando alimento
Farrelo e grão

Lá vem três pintinhos
São seus filhotes
Piu,pui, piando
Naná, Nenê e Ninote

Naná é esperta
Diz pra mãe Coricó
O poleiro está limpo
Limpei tudo só

Nenê é bem lerda
Só sabe comer
Nada sabe fazer
Não quer aprender

Ninote é muito legal
Pôs água no bebedouro
Limpou o terreiro
Ficou bem gostoso

Mesmo assim Coricó
Dos três gosta igual
Mas, raiou com Nenê
Preguiçosa demais

(sogueira2.blogspot.com)

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Toalha personalizada

Toalha de boca personalizada



"Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania, Depende de quando e como você me vê passar."
(Clarice Lispector)

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011